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Ar Condicionado:
- Higienização do Ar Condicionado Automotivo:

Filtro de cabine:


Na cidade em que vivemos, a quantidade de partículas suspensas no ar que respiramos (poluição) é muito grande, principalmente quando estamos em um engarrafamento com ônibus e caminhões do nosso lado.


O filtro de cabine serve para reter estas partículas antes que entrem na cabine do veículo e depois em nossos pulmões.


Ele precisa ser trocado e os dutos higienizados periodicamente pois perde eficiência quando fica saturado, podendo bloquear quase totalmente a ventilação do carro.


Por que os fungos e bactérias infestam o sistema do ar condicionado?


Com o ar condicionado ligado, a umidade do ar condensa-se na superfície do evaporador (peça responsável pelo resfriamento do ar), da mesma maneira que acontece com uma garrafa de bebida gelada (que fica suada). Quando desligamos o aparelho, o evaporador esquenta, e se estiver sujo o ambiente fica muito propício ao desenvolvimento de fungos e bactérias (calor + umidade + sujeira).


Higienização:


Existem dois tipos de higienização do sistema de ar condicionado: a preventiva e a corretiva. 


A primeira deve-se fazer periodicamente aplicando um produto que elimina fungos, bactérias e ácaros de todos os elementos do ar condicionado (peças e dutos por onde circula o ar) e também da cabine do carro, já que é aplicado em estado gasoso e fica circulando por todo o interior do carro durante aproximadamente 20 minutos. 


A corretiva faz-se necessária quando o aparelho já está com um cheiro forte de mofo ou algo parecido. Neste caso provavelmente o evaporador já está cheio de sujeira e necessita ser removido para que se faça uma limpeza mais pesada.


Câmbio Automático:
- Manutenção:
Breve Descrição
- Câmbio Automático:

O câmbio automático é um sistema empregado em automóveis e motocicletas para troca de marchas realizada pelo sistema de transmissão do automóvel, que detecta a relação entre a velocidade (km/h) e a rotação do motor (rpm) para decidir pela troca automática da marcha, desta forma o sistema se propõe a manter a rotação do motor quase constante e o câmbio automaticamente faz a troca das marchas. Nos sistemas modernos com câmbio automático a troca das marchas está quase imperceptível ao motorista.


Nos Estados Unidos desde a década de 1950 quase todos os veículos utilizam-se deste sistema. Este sistema se opõe ao sistema de câmbio mecânico ou câmbio manual mais comum no Brasil.


Funcionamento


Ao contrário do sistema de câmbio manual onde se trabalha com engrenagens de tamanhos diferentes e engatadas individualmente, no câmbio automático utiliza-se o sistema de engrenagens planetárias, elas possuem tamanhos diferentes, mas todas elas estão sempre engatadas entre si, a relação da força é dada de acordo com a ordem que essas engrenagens estão conectadas.


Vantagens e desvantagens



  • Vantagens: facilidade, conforto, segurança, maior durabilidade do motor e de todos os componentes da transmissão (caixa, eixos, diferencial, etc).

  • Desvantagens: maior consumo (na tecnologia convencional de conversor de torque e engrenagens planetárias; novas tecnologias como a CVT ou sistemas de embreagem automática não apresentam aumento no consumo em relação ao câmbio manual) e custo elevado em relação ao câmbio mecânico (essencialmente pela baixa procura; observa-se o oposto em países nos quais a popularidade do cambio automático é maior que a do câmbio manual, como nos Estados Unidos).


Configuração



esquema do câmbio automático


Normalmente o câmbio automático apresenta as seguintes opções:



  • P - Park: para estacionar, recomendado para dar a partida e desligar o motor do automóvel. Bloqueia as rodas de tração.

  • R - Reverse: marcha-a-ré.

  • N - Neutral: ponto morto. Posição que pode ser usada ao dar a partida e desligar. Não bloqueia as rodas de tração.

  • D - Drive: para movimentar o veículo para frente, usado na maior parte do tempo de direção.

  • 4 - 3 - 2 - 1: Posições que permitem o bloqueio das marchas 4, 3, 2 e 1. O bloqueio é usado em situações extremas quando o veículo troca várias vezes de uma marcha para outra. Por exemplo, em um aclive acentuado, ao se colocar na posição 2, impede-se o veículo de automaticamente trocar para a posição 3. Dessa forma bloqueia-se uma posição de marcha específica e não ocorre a troca automática entre elas. O mesmo procedimento é usado no freio motor.


Fonte: Wikipédia


Cuidados com o câmbio automático


Cada vez mais o câmbio automático está se tornando parte do cotidiano dos motoristas que enxergam neste antigo artigo de luxo uma boa solução para enfrentar o caótico trânsito das grandes cidades - sem ter que ficar engatando e desengatando a marcha.


Segue então algumas dicas para você manter em ordem a transmissão automática:


1-) Sempre que o carro estiver no plano, em velocidade de cruzeiro, o câmbio automático deve permanecer em “D” (Drive).


2-) Repare no chão da garagem que você para o carro: manchas de fluido avermelhado podem indicar vazamentos.


3-) Mantenha o nível de fluído sempre na marca, nem acima e nem abaixo.


4-) Utilize apenas o fluido indicado no manual do veículo ou da transmissão.


5-) Barulhos estranhos ou trancos nas trocas de marchas é sinal que algo está errado, procure um mecânico.


6-) Siga as orientações de troca de fluido descritos no manual (normalmente a primeira verificação é quando o carro atinge 25 mil Km.


Fonte: G1

Conserto de Módulos:
- Injeção Eletrônica:

A injeção eletrônica é um sistema de alimentação de combustível e gerenciamento eletrônico de um motor de um automóvel - motor a explosão. Sua utilização em larga escala se deve à necessidade das industrias de automóveis reduzirem o índice de emissão de gases poluentes. Esse sistema permite um controle mais eficaz da mistura admitida pelo motor, mantendo-a mais próxima da mistura estequiométrica (mistura ar / combustível), isso se traduz em maior economia de combustível já que o motor trabalha sempre com a mistura adequada e também melhora a performance do motor.


O sistema faz a leitura de diversos sensores espalhados em pontos estratégicos do motor, examina as informações e com base em outras informações gravadas em sua memória envia comandos para diversos atuadores espalhados em pontos estratégicos do motor.


Esse sistema possui varios componentes, o principal é a Central, onde ficam gravadas as informações do veículo e os seus parâmetros de fábrica, ela também realiza os cálculos programados para gerenciar o motor (alimentação e ignição). Os outros componentes podem ser divididos em dois grupos Sensores e Atuadores.


Manutenção


Tubo distribuidor e injetores de combustível, usados nos modelos multiponto de injeção indireta.


Esse sistema é muito mais durável e robusto que o carburador, mas também precisa de manutenção, exemplo: os injetores devem ser limpos em períodos estipulados pelo fabricante, assim como o corpo de borboleta. A manutenção deve ser efetuada por um reparador capacitado, apesar de estar nos automóveis há vários anos, esta em constante evolução e possui componentes eletrônicos que manuseados de forma incorreta podem ser danificados.


Nos automóveis que utilizam esse sistema o proprietário deve optar pela manutenção preventiva, pois a manutenção corretiva é muito mais cara, um exemplo: se o filtro de combustível não for trocado no período correto ele causa a queima da bomba de combustível, um componente que custa cerca de 800% a mais do que o filtro. (no Brasil um filtro custa em torno de R$25,00 e uma bomba R$200,00). Para garantir um bom funcionamento do sistema e economizar leia o manual do automóvel e verifique as manutenções que devem ser efetuadas e o período correto para fazê-lo.

- Imobilizador:

Imobilizador Eletrônico com Transponder


É um sistema eletrônico de proteção do veículo contra roubos. Esse sistema inibe a partida do motor (impede que este entre em funcionamento). A segunda geração de imobilizadores que é, na verdade, um aperfeiçoamento do sistema de imobilização já utilizado em muitos veículos. No código fixo (código do transponder) utilizado no imobilizador da primeira geração foi adicionado um código alternado para a identificação da chave correta, garantindo assim uma proteção mais avançada e segura contra furto. Ao se iniciar o processo de funcionamento do motor, o módulo do imobilizador consulta e verifica o código fixo (código do transponder) da chave. Se o código de identificação for válido, o módulo do imobilizador desativa o sistema de alarme antifurto, caso tenha sido ativado e, ao mesmo tempo, também calcula um número ocasional no ECM (módulo de controle do sistema de injeção) do veículo. O ECM, por sua vez, emite um sinal de liberação para o módulo do imobilizador. O número ocasional consultado é transferido do módulo do imobilizador para o transponder. O transponder, por sua vez, calcula por meio do número ocasional um código secreto e uma constante. Em seguida, o transponder envia o código calculado para o módulo do imobilizador, e de lá para o ECM, onde são comparados os dois códigos calculados e, havendo concordância, são liberadas as funções do motor.

- Sistema de Freios ABS:

O ABS (sistema antibloqueio dos freios) é uma tecnologia que aumenta consideravelmente a segurança nas frenagens de emergência e em terrenos adversos.


O seu ótimo desempenho reduz ainda os desgastes irregulares dos pneus ao frear. Supervisionando a velocidade nas rodas através de sensores a unidade eletrônica e hidráulica controla a pressão nos freios evitando que as rodas se bloqueiem.


Uma lógica de teste redundante e duplos processadores conferem ao sistema extrema segurança operacional.


Sua manutenção é intrínseca ao sistema de freio convencional, passando muitas vezes despercebidos pelos reparadores.


A sangria se processa como no sistema convencional na maioria dos sistemas e não requer equipamentos especiais, a não ser em alguns modelos e quando se necessita a substituição total do líquido de freio ou da unidade hidráulica do ABS.


As recomendações para a substituição do liquido de freio é inerente ao tipo empregado, regidos por normas relativas à sua higroscopia. Embora haja prognósticos de prazos para sua troca; a influencia climática, a qualidade do liquido de freio e hábitos de lavagem do motor podem resultar contradições. O melhor mesmo é analisar a higroscopia para estabelecer o momento da troca.


O líquido de freio ainda, combinado com ótima eficiência do ABS, deve ser de alto desempenho.


É praticamente isento de manutenção elétrica, salvo a existência de falhas detectada pelo sistema. Quanto às falhas do ABS, raramente interferem no freio hidráulico, isto é, o freio covencional continua funcionando normalmente.


Principais falhas:



  • Interrupção nos cabos dos sensores de velocidade das rodas nos pontos sujeitos a movimentação da suspensão.

  • Sujeiras aderidas nos sensores (limalhas de ferro) que interferem no sinal.



Importante!


Ao trocar os cabos/sensores atente para os pontos de fixação e folga dos cabos sujeitos à movimentação da suspensão.

- Painel de Instrumentos:

Painel de instrumentos


O painel de instrumentos é um conjunto de indicadores utilizado em automóveis, caminhões, aeronaves e outros veículos mostrando informações importantes para o seus condutores como velocidade, temperatura do motor, rotações por segundo do motor e indicadores de mal funcionamento. Nos automóveis em geral está localizado abaixo do parabrisas e a frente do motorista, atrás do volante.


Alguns indicadores do painel de instrumentos são obrigatórios por força de leis específicas a cada país. Modelos de automóveis mais sofisticados possuem indicadores com informações mais refinadas, algumas até calculadas por computadores de bordo.


Indicadores


Os paineis de instrumentos possuem indicadores que registram quantidades e valores, geralmente através de um ponteiro indicando um determinado valor numa escala. Automóveis modernos estão equipados com mostradores eletrônicos de LCD que mostram o valor numérico, muito embora na maior parte dos casos este é apenas um modo de apresentação diferenciado. O valor real em geral é obtido mecanicamente em ambos os casos.


Velocímetro


O velocímetro é o indicador responsável por informar ao condutor a velocidade instantânea do veículo, na unidade mais comum utilizada no país em que o carro foi fabricado. No Brasil a unidade preferida é quilômetros por hora e nos Estados Unidos é mais comum o uso da unidade milhas por hora. No Brasil os velocímetros possuem uma faixa de tolerância e marcam sempre uma velocidade maior que a real para inibir o excesso de velocidade. Em geral os odômetros são posicionados juntamente com o velocímetro, mostrando a quilometragem já percorrida pelo automóvel. Os odômetros também possuem um botão que em geral é posicionado no próprio painel de instrumentos para zerar o odômetro parcial.


Conta-giros


O conta-giros ou tacômetro é o indicador responsável por informar ao condutor a rotação do motor do veículo em rotações por minuto ou um múltiplo deste. Ajuda a determinar o momento correto das trocas de marcha.


Temperatura


Há um termômetro que indica a temperatura do motor ao condutor durante a sua operação. Serve de alerta para situações de super aquecimento causadas por falhas no sistema de refrigeração que podem danificar o motor e comprometer seu funcionamento. Pode exibir o valor de temperatura na unidade mais utilizada no país em que o carro foi fabricado ou simplesmente omitir a unidade e oferecer apenas marcações para a temperatura normal de operação e temperaturas altas.


Nível de combustível


Indica a quantidade de combustível disponível no reservatório de combustível do automóvel, permitindo ao motorista reabastecer o veículo quando necessário. Alguns automóveis possuem uma luz de alerta posicionada nas proximidades deste indicador alertando para uma iminente parada por falta de combustível.


Origem: Wikipédia

- AIR BAG:

Airbag, também conhecido por bolsa de ar ou almofada de ar, é um componente de segurança dos carros, que pode ser usado em algumas máquinas industriais e em robôs de pesquisa, que funciona de forma simples: quando o carro sofre um grande impacto, vários sensores dispostos em partes estratégicas do veículo (frontal, traseiro, lateral direito, lateral esquerdo, atrás dos bancos do passageiro e motorista, tipo cortina no forro interno da cabina) são acionados emitindo sinais para uma unidade de controle que por sua vez checa qual sensor foi atingido e assim aciona o airbag mais adequado.


Este dispositivo é constituído de pastilhas de nitrogênio que são acionadas por uma descarga elétrica pela central eletrônica dentro de um balão de ar muito resistente, que é o próprio Airbag, este por sua vez se enche rapidamente amortecendo assim o choque e evitando que motorista e passageiros sofra danos físicos principalmente no rosto, peito e coluna. Para evitar o sufocamento o Airbag vai perdendo pressão após o acionamento.


Atualmente existem modelos que calculam a severidade do impacto e calculam a intensidade que o Airbag deve inflar.


Benefícios


Os airbags são um adicional ao cinto de segurança em reduzir a chance de que a cabeça e a parte superior do corpo de um ocupante bata em alguma parte no interior do veículo. Eles também ajudam a reduzir o risco de lesões graves distribuindo as forças da batida mais uniformemente ao longo do corpo do ocupante.


Um estudo recente concluiu que cerca de 6.000 vidas já foram salvas graças aos airbags. ([1])


Entretanto, o número exato de vidas salvas é quase impossível de se calcular.


Design do Airbag


 O sistema de airbag consiste em três partes básicas - um módulo de airbag, sensores de batida e uma unidade de diagnóstico. Alguns sistemas podem apresentar também uma chave liga/desliga, que permite a desativação do airbag.


O módulo de airbag contém a unidade infladora e o airbag de fábrica. O módulo de airbag do motorista está localizado no eixo da direção do carro, e o módulo de airbag do passageiro está localizado no painel de instrumentos. Quando completamente inflado, o airbag do motorista tem um diâmetro similar ao de uma bola de praia grande. O airbag do passageiro pode ser duas a três vezes maior, já que a distância entre o passageiro e o painel de instrumentos é muito maior do que a entre o motorista e a direção do veículo.


Os sensores de batida estão localizados na frente do veículo e/ou no compartimento de passageiros. Os veículos podem ter um ou mais sensores de batida. Os sensores são geralmente ativados pelas forças geradas em uma colisão frontal (ou próximo da frente do carro) significativa. Os sensores medem a desaceleração, que é a taxa em que o veículo diminui a velocidade. Por causa disso, a velocidade do veículo na qual os sensores ativam os airbags variam de acordo com a natureza da batida. Os airbags não são projetados para se ativarem durante uma frenagem brusca ou quando se está dirigindo em superfícies irregulares. Na verdade, a desaceleração máxima gerada na frenagem mais brusca é somente uma pequena fração da que é necessária para ativar o sistema de airbag.


A unidade de diagnóstico avalia o funcionamento do sistema de airbag. Ela é ativada quando a ignição do veículo é ligada. Ao detectar algum problema, uma luz de alerta pisca no painel avisando ao motorista para examinar o sistema de airbag. A maioria das unidades de diagnóstico contém um dispositivo que armazena uma quantidade suficiente de energia elétrica para ativar o airbag, no caso de a bateria do veículo ser destruída no início da colisão.


Alguns veículos sem bancos traseiros, como os caminhões pick-up e carros conversíveis, ou com bancos traseiros muito pequenos para acomodar cintos de segurança para crianças, tem uma chave liga/desliga para o airbag do passageiro que vem instalado de fábrica. A chave liga/desliga para os airbags do motorista ou passageiro pode também ser instalada por um servido qualificado. Uma chave para desligar o airbag pode ser usada quando um ocupante está em risco, por exemplo: crianças com idade entre 1 a 12 anos ocupando a posição do passageiro no banco da frente; motoristas que não conseguem manter uma distância de 25 centímetros entre o centro da direção e o seu osso esterno (osso do peito); e pessoas com problemas de saúde em particular.[2]


Inicialmente, a maioria dos veículos apresentava somente um airbag, instalado na direção do automóvel para proteger apenas o motorista (uma vez que é a pessoa com maior risco de lesões). Durante os anos 1990s, tornaram-se comuns os airbags para os passageiros no banco da frente e os airbags entre as portas e os ocupantes do veículo, para colisões laterais.



Origem: Wikipédia

- Alarme:

O alarme automotivo é um dispositivo utilizado em automóveis e outros veículos para evitar roubos de objetos ou do próprio veículo.


Dispõe de sensores de ultrassom que detectam movimentos no interior do veículo e enviam os dados para uma central que define a intensidade do movimento, ajustado por uma chave secreta no veículo. Se os movimentos ultrapassarem a intensidade permitida, o alarme dispara em questão de segundos. Também dispõe de sensores de portas: se alguma porta for aberta com o alarme armado, ele dispara imediatamente e só pode ser desligado pelo controle remoto.


Existem diversos tipos de alarmes. Alguns podem ainda proteger capô e porta-malas com sensores mecânicos. Carros com vidro e travas elétricas são travados e fechados por um único controle, tornando assim o alarme mais prático. Os controles normalmente são alimentados por uma pequena bateria de 12 volts, costumam ter um led para indicar quando um botão é pressionado, e seu alcance é limitado a uma certa distância. Alguns alarmes podem desligar o equipamento de som as luzes internas e externas. Alguns podem até bloquear o motor em casos de furto do veículo.

Injeção Eletrônica:
- Sistema Elétrico - Eletrônico:

FUNCIONAMENTO DA INJEÇÃO ELETRÔNICA


Aos poucos, os sistemas de injeção eletrônica de combustível vão substituindo os carburadores e hoje já são uma realidade até mesmo nos Populares. Essa nova tecnologia, assusta ainda muitos motoristas e até alguns mecânicos, que ficam literalmente perdidos quando uma luz-espia se acende no painel, o motor teima em não pegar ou o carro passa a apresentar perda de potência e alto consumo de combustível. Apesar de ser um conjunto complexo e exigir equipamentos especiais para diagnóstico, ás vezes é possível localizar o componente avariado quando o sistema de injeção (que controla também a alimentação e ignição) falha ou entra em pane. Em alguns casos, é possível até resolver o problema, se não for complicado.


O primeiro passo é entender o funcionamento da injeção eletrônica. Basicamente, sua função é a mesma do carburador; fazer a mistura ar/combustível na dosagem correta e pulverizá-la via coletor de admissão dentro da câmara de combustão. A diferença é que na injeção praticamente tudo é controlado eletronicamente, através de um microprocessador, o cérebro do sistema, o módulo de comando central ou centralina e um chip semelhante ao de um computador, além de vários sensores e componentes eletro-eletrônicos, como a agulha eletromagnética da marcha lenta.


Esse módulo central faz com que o motor tenha sempre o máximo de potência, menor consumo e o mínimo de emissão de poluentes em qualquer condição de uso ou solicitação. Ele recebe informações desses sensores, compara os dados com sua programação interna, libera a quantidade ideal de mistura para os cilindros e determina o ponto correto para a ignição para as mais variadas situações de exigência do motor.


Parte das panes ou falhas que freqüentemente ocorrem nos sistemas de injeção está relacionada a três fatores: mau funcionamento de algum dos sensores, que deixam de enviar informações ao comando central, prejudicando seu funcionamento, terminais e conectores soltos ou oxidados, linha de combustível ou bicos injetores entupidos, com pressão ou vazão reduzidas. Veja a seguir como checar os diversos componentes desse sistema, caso a injeção de seu carro venha a apresentar algum tipo de avaria:


ALIMENTAÇÃO


Os principais problemas no sistema de alimentação são decorrentes de mau funcionamento da bomba elétrica e obstrução nos dutos que levam a gasolina no tanque aos bicos injetores, que podem entupir parcialmente com os resíduos contidos no combustível. Antes de começar a mexer nesse sistema, é importante lembrar que toda a linha de alimentação de combustível trabalha sob elevada pressão. Por isso, evite desconectar mangueiras, pois o combustível jorra forte, podendo atingir o rosto ou provocar um incêndio.


Se o motor de seu carro morrer ou teimar em não pegar, repentinamente, comece checando se existe gasolina suficiente no tanque. Depois, localize a bomba elétrica de combustível, que em alguns modelos pode estar ao lado do tanque, ou dentro dele. Se houver dúvida quanto a sua localização (varia de carro para carro), consulte o manual do proprietário. Peça para alguém ligar a chave de contato (sem dar a partida), enquanto você escuta se a bomba está funcionando corretamente: ela deve emitir um zumbido se estiver em ordem.


Caso não esteja emitindo nenhum tipo de ruído, cheque se os seus conectores elétricos estão encaixados corretamente ou se o fusível da bomba (geralmente localizado debaixo do painel, está queimado. Se depois de soltar e recolocar os conectores, a bomba não voltar a funcionar, substitua o fusível. Caso a bomba esteja funcionando, mas emita fortes ruídos, provavelmente o problema é entupimento de algum elemento da linha de combustível (mangueiras, tubos flexíveis, filtros, eliminador de bolhas, válvula reguladora de pressão ou pré-bomba, se houver), que deve ser localizado e trocado em uma oficina especializada.


Já se o problema for o consumo excessivo de combustível, dificuldade de partida ou marcha lenta irregular, verifique se a mangueira de conexão de vácuo do regulador de pressão do combustível está solta. É uma mangueira fina de borracha, que deve estar presa a uma saída existente no coletor de admissão, próximo a borboleta principal da carcaça da injeção.


PARTE ELÉTRICA


Se a bomba elétrica de gasolina estiver aparentemente em ordem, verifique se o defeito está no sistema elétrico: com o motor e chave de ignição desligados, comece primeiro verificando se os cabos de velas e bobinas, distribuidor, comando central ou ignição (eletrônica ou estática) estão bem conectados. Depois inspecione cada um dos plugues (terminais) elétricos dos vários componentes do sistema de injeção e sensores. Fonte freqüente de falhas, esses conectores ás vezes se soltam com a vibração do motor. Tome cuidado para evitar procedimentos que possam prejudicar o sistema de injeção, como soltar vários plugues ao mesmo tempo e encaixá-los incorretamente.


É importante lembrar que os conectores geralmente são de tamanhos e tipos de encaixes diferentes para cada parte do sistema, diminuindo os riscos de fazer uma ligação errada.Com o motor desligado, confira primeiro se existem conectores soltos: desconecte um a um, e volte a encaixá-lo novamente no lugar antes de passar para o próximo; só esse procedimento pode ser suficiente para restabelecer o contato; em geral, esses plugues trazem algumas travas (pequenos dentes de plástico ou arames de metal), que os mantêm fixados. O mesmo pode ser feito com os plugues dos bicos injetores de cada cilindro. Geralmente a umidade e a oxidação costumam isolar o contato elétrico dos pólos desses plugues, prejudicando o funcionamento da injeção.


Verifique se os pólos desses conectores estão oxidados: se for esse o caso, limpe-os com uma lixa bem fina (lembre-se que são peças muito delicadas) ou um spray limpa-contatos (vendidos em lojas de eletrônicos). Para retirar a umidade, aplique jatos de ar (se possível) ou seque o seu interior com uma pequeno pano ou toalha de papel e depois aplique óleo spray para repelir algum eventual depósito de água.


SENSORES


Depois de checar os contatos da fiação, é hora de verificar os sensores. O mais difícil nessa etapa é saber a localização de cada um dos sensores que, muitas vezes, são pequenos e ficam encobertos por outras peças, que dificultam sua visualização. Só para se ter uma idéia, um sistema de injeção multiponto convencional chega a ter cerca de dez sensores espalhados pelo motor, que podem ser individualmente uma fonte de falhas. Se houver muita dificuldade para a localização de cada um dos sensores, o jeito é conseguir um manual técnico de seu carro, já que o manual do proprietário não costuma ser muito abrangente sobre o assunto.


Veja antes os fios e contatos da sonda lambda (se houver), responsável pela correção da quantidade de ar misturado á gasolina. Ela é colocada diretamente no cano de escapamento (logo após o motor e antes do catalisador). Certifique-se que o motor ou escapamento estejam frios, para não haver riscos de queimaduras. No caso do Renault 19, por exemplo, essa sonda está em local de fácil acesso, no coletor de escape. Em outros modelos, pode estar debaixo da carroceria, logo após o motor. Quando é desligada com o motor em funcionamento, a sonda lambda deve causar alteração na rotação do motor. Se a sonda lambda estiver desligada ou defeituosa, a mistura admitida será muito pobre (mais ar que gasolina, por questões de segurança e para poupar o catalisador, que é danificado com mistura muito rica). Tudo isto faz com que o motor perca bastante potência ou tenha funcionamento bastante irregular. No caso desse tipo de avaria, esse componente precisará ser trocado.


Ainda com o motor desligado, o próximo passo é checar os conectores dos sensores de fluxo de ar (localizado junto á caixa do filtro de ar), de temperatura do ar (que fica logo após o filtro), da temperatura do motor (na tubulação de arrefecimento, após o radiador) e da aceleração (no eixo da borboleta da injeção). Com a certeza de que todos os terminais estão corretamente conectados, a próxima etapa é verificar o funcionamento dos sensores.


Coloque o motor para funcionar e vá desligando alternadamente cada um dos sensores, mantendo-o sempre em sua mão e tomando cuidado para não encostar em fios ou na (ataria, para evitar um curto-circuito e observe se ocorre alguma alteração no comportamento do motor, como a mudança brusca de rotação. Caso não haja nenhuma resposta efetiva do motor, é sinal que aquele sensor deve estar com defeito, necessitando ser substituído.


O mesmo pode ser feito (em poucos segundos) em relação a cada um dos terminais dos bicos injetores esses bicos funcionam como uma espécie de agulha eletromagnética (pulsativa), que também pode se queimar e deixar de operar. Repita a mesma operação nos outros sensores. Já o sensor de rotação do motor, se estiver funcionando corretamente, quando desligado fará o motor morrer. Se o motor apagar, desligue a chave de contato e então reconecte o seu terminal.


Ao soltar e religar cada um dos sensores do sistema de injeção, é muito importante que se desligue a chave de ignição e se espere alguns segundos antes de tentar nova partida. Esse tempo é necessário para dar um reset no comando eletrônico da injeção para que o sistema possa, a cada nova partida, rastrear em sua programação interna quais são os parâmetros corretos de funcionamento. Isso pode ser feito também quando o carro pára de funcionar de repente na rua, sem um motivo aparente. O reset, as vezes, pode resolver o problema.


Além disso, se vários sensores foram ligados e desligados, é necessário desligar o pólo positivo da bateria e religá-lo depois de alguns segundos, para dar um reset geral no sistema, que marcou (memorizou) eletronicamente todos estes procedimentos como falhas de funcionamento.


Se depois de todos esses procedimentos, você não conseguir encontrar ou solucionar a avaria de seu carro, somente com o auxílio de equipamentos especiais de medição e técnicos especializados é que será possível descobrir e sanar o defeito do sistema de injeção de combustível. Se o defeito for entupimento dos bicos injetores, eles podem ser limpos com detergentes apropriados, kits especiais ou equipamentos de ultra-som.


CUIDADOS


O sistema de injeção de combustível, seja ele monoponto ou multiponto, é um equipamento que requer uma série de cuidados durante sua manutenção. Qualquer descuido pode danificar alguns componentes de forma irremediável.


Na parte elétrica, é preciso lembrar que somente os conectores de sensores podem ser desligados com o motor funcionando ou a chave de ignição ligada. Jamais desligue os terminais da bateria com o motor em movimento ou tente substituir componentes mesmo que visualmente idênticos tirados de outros carros.


Outra precaução importante é tomar muito cuidado ao lavar o motor. É que a água pode infiltrar nos terminais dos sensores e dar problemas de contato elétrico. Algumas panes podem ocorrer também em dias de chuva, depois de trafegar sobre a água, mesmo depois do carro desligado, o motor aquecido em contato com a umidade produz gotículas de vapor, que podem se instalar nesses conectores e provocar pequenos curtos-circuitos, confundindo o comando da injeção.


Sempre que for dar a partida em um carro com injeção jamais pise no acelerador. Se o motor não pegar, depois de algumas tentativas, desligue a chave de contato e aguarde cerca de 30 segundos e tente dar a partida novamente. É comum acontecer do motor funcionar com este reset .

Reprogramação de Chip:
- Transformação para Álcool:

A PEÇA CHAVE


A central eletrônica é o cérebro do carro. É por meio dela que todos os sistemas de veículo se ajustam, são controlados e fazem funcionar da injeção eletrônica ao acionamento dos vidros elétricos, por exemplo. No campo mecânico, a central regula constantemente (e automaticamente) o motor, conforme a altitude em que o automóvel está, a octanagem do combustível usado e até mesmo a maneira como o condutor dirige.


Valendo-se dessas informações, o carro sabe a quantidade de gasolina que deve adicionar ao ar do motor, gerando a mistura ar/combustível ideal, e o tempo necessário para se produzir a centelha da ignição. Assim, o sistema controla como o veículo vai se comportar, garantindo uma condução sem trancos ou falhas. Quando se faz a reprogramação do chip da injeção eletrônica, ele alimenta a central eletrônica com novas informações para o automóvel. Dessa forma, ele passa a exercer todas as funções que comentamos acima e trabalha focado para um maior ganho de potência.


Conversão gasolina / álcool


Alterando o funcionamento do controle central do motor (engine control module) do veículo modificando as suas funções, podendo converter para álcool ou aumentar a potência do motor.


Temos também simulador de injeção para restauro do circuito eletrônico.


É possível transformar veículos a gasolina em “flex”, aptos a ser abastecidos também com álcool puro ou qualquer mistura de ambos. Basta apenas substituir ou reprogramar o chip que controla os parâmetros de injeção de combustível e a ignição do motor.


Chip


Outro serviço muito utilizado por pessoas que desejam envenenar um veículo é a reprogramação do chip do módulo de gerenciamento da injeção eletrônica. Através de um computador, dotado de um programa capaz de modificar instruções armazenadas no chip, é possível adiantar o ponto de ignição e injetar mais gasolina na câmara de combustão em determinadas faixas de rotação. Com isso, um carro 1.0 pode ter sua potência aumentada em até 10% e a de um modelo turbo elevada em até 50%.


De acordo com Alberto Gonzalez, proprietário da Tecnicar, oficina especializada na reprogramação de chips, o custo deste tipo de serviço varia de acordo com o tipo de módulo de injeção e o modelo de carro. Uma reprogramação num carro 1.0 custa, em média, R$ 200. Já num Golf, Audi A3 e modelos importados a despesa pode variar entre R$ 350 e R$ 1,2 mil. O serviço leva em média meio dia. Como nas demais alterações no motor, a reprogramação do chip também traz efeitos colaterais: aumento de consumo (de até 30%) e elevação do índice de emissão de poluentes.


Revisões e documentação


Quem pretende incrementar ainda mais a potência do carro, não pode esquecer de que não é apenas o motor que precisa receber atenção. O veículo precisa passar por uma revisão completa, incluindo o sistema de direção, freios, suspensão e refrigeração, pois com as alterações do propulsor o carro terá um outro comportamento dinâmico. Também é interessante que os motoristas façam as trocas de óleo e filtros nos prazos recomendados pelos fabricantes. Além disso, vale a pena sempre conferir se o nível de água do radiador está completo, já que os componentes do propulsor serão muito mais exigidos. Um outro cuidado importante que os motoristas devem ter é em averiguar se a mudança realizada no carro não precisa de regularização junto ao Detran.


Instalação de turbo e mudanças radicais no motor, por exemplo, exigem autorização prévia do órgão de trânsito, que depois irá emitir (após uma inspeção) um novo Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV). Dirigir um carro fora das especificações descritas no CRLV pode dar multa de R$ 127,69 e perda cinco pontos no prontuário, pois é uma infração grave de trânsito.

- Aumento de Potência:

Há diversas maneiras de criar mais potência a partir de um motor de estoque. Aqui estão vários exemplos (do menos ao mais difícil/caro): 

Mudar o chip do computador. 
Algumas vezes você pode mudar o desempenho do seu carro trocando o chip ROM na unidade de controle do motor (UCM). Você geralmente compra esses chips de distribuidores no mercado de reposição de desempenho. No entanto, é importante fazer uma boa avaliação do chip em questão, pois alguns prometem muito e deixam a desejar. 

Deixar o ar entrar mais facilmente. 
Como o pistão se move para baixo na marcha de entrada, a resistência do ar pode roubar força do motor. Alguns carros novos estão usando múltiplas entradas polidas para eliminar a resistência do ar. Filtros de ar maiores e tubulação de entrada reduzida também podem melhorar o fluxo de ar. 

Permitir que a exaustão saia mais fácil. 
Se a resistência do ar ou a pressão-traseira dificultar a descarga para a saída do cilindro, ela rouba a energia da força. Se o tubo de escape for muito pequeno ou o silenciador for muito resistente ao ar, pode resultar em pressão traseira. Sistemas de escape de alto desempenho usam tubos de comunicação, grandes escapamentos e silenciadores de fluxo livre para eliminar a pressão traseira. 

Trocar os tubos de comunicação e os cames. 
Muitos motores de estoque tem apenas uma válvula de entrada e uma de escape. Colocar um cabeçote com quatro válvulas por cilindro melhorará bastante o fluxo de ar de entrada e saída do motor e isto pode melhorar a força. Usar os cames de desempenho também pode fazer uma grande diferença. 

Aumentar a atividade do cilindro. 
Prender mais ar (conseqüentemente mais combustível) em um cilindro de certo tamanho pode aumentar a força deste cilindro - do mesmo modo que aumentando o tamanho do cilindro. Turbocompressores e compressores pressurizam o ar que entra para introduzir mais ar no cilindro. Muitos fabricantes produzem compressores e turbocompressores de mercado de reposição para carros de diferentes modelos. 

Resfriar o ar que entra. 
Comprimir o ar aumenta sua temperatura. O ideal é ter o ar mais frio possível dentro do cilindro, pois quanto mais quente o ar, menos ele se expande quando a combustão acontece. Entretanto, muitos carros com turbocompressores e compressores possuem um radiador de ar. Um radiador de ar é um tipo especial de radiador, através do qual o ar comprimido passa e é resfriado antes de entrar no cilindro. 

Deixar tudo mais leve. 
Peças mais leves ajudam a melhorar o desempenho do motor. Cada vez que o pistão muda a direção, ele usa mais energia para frear a entrada em uma direção e começar outra. Quanto mais leve o pistão, menos energia ele consome. Peças mais leves também permitem que o motor gire mais rápido, dando a ele mais potencia. 

Aumentar a proporção de compressão. 
Quanto mais alta a proporção de compressão, mais força é produzida. Quanto mais comprimida à mistura ar/combustível, mais provável será ela inflamar espontaneamente (antes que a vela produza a faísca). As gasolinas de alta octanagem evitam este tipo de combustão antecipada. É por isso que os carros de alto desempenho geralmente precisam de gasolina de alta octanagem - seus motores usam grandes proporções de compressão para obter mais força. 

Aumentar o deslocamento. 
Mais deslocamento significa mais força, pois mais gás é queimado durante cada revolução do motor. Pode-se aumentar o deslocamento aumentando o tamanho dos cilindros. 

Ao tentar aumentar a potencia, considere a economia que você faria se comprasse um motor novo, de alto desempenho, adequável ao seu carro - isso pode ser mais fácil e barato!

- Acerto Carro Turbo:

Esse sistema se baseia num eixo com dois rotores. Um deles (a turbina, ou parte quente) é impulsionado pelos gases de escapamento, fazendo girar o outro rotor (o compressor, ou parte fria), que admite o ar externo e o força para dentro dos cilindros do propulsor do carro. Resultado: o motor ganha condições de produzir ainda mais potência e torque, com a vantagem de serem obtidos em regimes próximos aos do propulsor original.


E o aumento de potência realmente pode ser grande, dependendo das dimensões da turbina e se a instalação do equipamento for aliada a uma preparação do motor. Num Golf 1.8 (antigo), por exemplo, a potência gerada poderia saltar dos originais 98 cv para 200 cv. Já no caso dos veículos 1.0, o incremento de potência é menor, em média 20%.


Um ponto negativo da instalação de turbo é o desgaste precoce do propulsor. O motivo, observa Jaime Nunez, proprietário da Chil Car, oficina especializada em preparações, é que as peças originais de um propulsor aspirado são projetadas para um determinado desempenho. Com a instalação do turbo, esses componentes acabam sendo muito mais exigidos, o que aumenta o desgaste e reduz a vida útil das peças. Além disso, o consumo do carro terá um aumento de até 30%.


Quanto ao custo de instalação do turbo, ele varia entre R$ 600 (um kit usado) e R$ 3 mil (um sistema novo), mas a recomendação dos proprietários de oficinas é que os motoristas sempre optem por kits de turbo novos. A instalação do sistema leva, no máximo, dois dias.


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Na década de 80 no Brasil, o turbo compressor era um item pouco conhecido e poucas pessoas tinham acesso a este item tão popular e acessível nos dias de hoje. Naquela época, a colocação de um kit turbo exigia grande investimento e poucas eram as oficinas capazes e qualificadas a instalação e acerto do motor.  Com o passar dos anos e com uma legislação mais flexível para importação, o turbo, passou a ser cada vez mais acessível para um crescente número de pessoas. A partir daí as antigas receitas de preparação começaram a perder espaço para uma solução bem mais simples do ponto de vista de alterações mecânicas e que sobretudo produzia resultados mais expressivos. Na mesma medida, a procura por oficinas de preparação para a colocação do famoso turbo cresceu muito. Paralelamente a este crescimento, empresas nacionais começaram a produzir seus próprios kits, adequando de uma forma mais precisa seu produto aos veículos brasileiros.  Atualmente instalar uma turbina em um motor, constitui a principal forma de preparação quando se pensa em extrair maiores doses de potência, sem que se tenha que lançar mão de muitas modificações. Com esse equipamento é possível dobrar a potência de um motor sem fazer nenhuma alteração na sua parte interna. Obviamente que em situações como esta, a durabilidade das peças móveis internas (e mesmo algumas fixas) do motor pode sofrer uma redução considerável, particularmente determinada pela forma como o novo motor for tratado. Parte importante do resultado, vai depender do bom acerto do motor para que você não tenha quebras ou desgaste prematuro e fique na mão. A escolha de um bom profissional, também é um aspecto crucial.


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